Quarta-feira, 1 de Novembro de 2006

Dia de Todos os Santos

Logo mais, estas portas estarão abertas novamente para visitarmos os nossos familiares e amigos que ali jazem. É um dia com grande tradição na nossa freguesia, embora o dia da romagem ao Cemitério seja só amanhã, Dia de Finados.

 

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Cemitério de Ruivães, no Arco.

 

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Cemitério de Zebral.

 

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Cemitério de Espindo .

pontos de interesse:
Vila de Ruivães às 00:01

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4 comentários:
De ... a 1 de Novembro de 2006 às 23:15
Cemitérios? Mais parecem portões. De qualquer forma cemitérios há muitos.
De Cousin a 2 de Novembro de 2006 às 08:17
Sim cemitérios a muitos e è bom de relembrar os nossos familiares e amigos que estão ao lado de Deus nessa altura. Portões de casas ou de cemitérios deveria ter alguma diferencia ? a única diferencia è que os meu da minha casa não tem a cruz por cima, mas vou pensar nisso ....
De aurani a 2 de Novembro de 2006 às 12:09
Veja: www.caminhoportugues.org/historia
De aurani a 2 de Novembro de 2006 às 12:12
Hino à Ponte da Misarela
Letra de Sebastião Antunes (invisual)
Música do conjunto Quadrilha
I
Levanta-se a mulher noite calada,
Como se a manhã já estivesse a chegar.
Vai a ver dos auxílios do azeite,
Já tem mais de mil quebrantos p'ra rezar.

Não se tem prenha por nada, não se alegra;
Já não sei que mais lhe eu faça p'ra a alegrar;
O diabo é que a barriga não lhe medra
De tão triste que ela anda, já se anda a desesperar.

refrão
E quando vier a noite escura
Havemos de ir os dois à Misarela
Que o menino venha breve, são e salvo
E que ninguém tenha pragas p'ra lhe rogar
E que a desgraça não nos entre casa dentro:
Cruzes, credo, nem por nada!
E que se acabe o mal que nós temos passado
E que haja alguém que lá passe p'ró baptizar
E que o remédio seja santo
Quando formos à ponte da Misarela.

II
Mal a noite caia pelos penedos
Vamos lá mas não o contes a ninguém!
Havemos de esperar um viajeiro
Que nos baptize o menino ainda na mãe;

Se for moça há-de chamar-se Senhorinha
Se for homem o nome há-de ser Gervaz
Tantas vezes me endoidei no corpo dela
Hoje vou à Misarela, já nem hei-de olhar p'ra trás!

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