Terça-feira, 3 de Outubro de 2006

Pelourinho

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Outrora o centro da Vila, agora mais um sítio onde se sente o abandono da nossa terra.

pontos de interesse:
Vila de Ruivães às 20:00

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11 comentários:
De cousin a 4 de Outubro de 2006 às 08:15
Ouah não tinha visto a casa por traz sem telhado ... faz mesmo pena de ver deixar ir as coisas ao abandono . E o pior è que não a solução ... para remediar a isso...
De Cusco a 4 de Outubro de 2006 às 15:40
Claro quem não tem telhado. Está ao abandono.É preferivel investir noutras zonas, normalmente Braga... Lisboa. Certamente é o caso!
Não sou contra investir fora, mas havendo possibilidades devemos também investir na terra, porém a verdade é que muito pouca gente o faz!
De espectador a 5 de Outubro de 2006 às 13:52
A palavra investimento está directamente associada a rendimento, não considero portanto que haja vantagem em investir ai a não ser para turismo.

O ke discordo em absoluto é ke as pessoas se mudem da sua habitação, para residir por exemplo numa especie de apartamento tipo bairro dakeles ke existem na Vila de Salto, alias nem seker concebo como é possivel tal coisa.

Agora para investimento certamente ke ruivães ou outra kalker aldeia dessa zona não é o local adequado.
De paulo a 6 de Outubro de 2006 às 00:23
é sempre bom investir em Ruivães ou noutra aldeia qualquer; pode ter as suas limitações é certo, são conhecidas, mas estar longe dos grandes centros comerciais também tem o seu interesse.
De espectador a 6 de Outubro de 2006 às 10:25
Salvo melhor opnião, mas kanto a mim em Ruivães o 1º investimeto deve ser de natureza publica, criar meios para ke os privados invistam e gerem emprego.

Dakilo ke me é dado a observar nas visitas ke ai faço com alguma regularidade, não tem sido perservado nem incentivado ordenamento turistico, e há uma evidente falta de investimento por parte de Vieira do Minho.

Talvez uma junta mais activa, uns projectos pudessem mudar a situação, mas no ke vejo falta essencilmente isso, infra estruturas da responsabilidade publica.

Sei ke a Vila de Salto é por um lado um mau exemplo, mas basta ke se compare o investimento publico nessa Vila em contraste com o interesse de Vieira do Minho em Ruivães.
É só a minha opnião, não sou daí, mas sem infraestruturas não há investimento privado.
De Cusco a 6 de Outubro de 2006 às 11:31
Quando falei em investimento referia-me ao realizado a nível turístico, essencialmente. Basta ver o exemplo de Campo do Gerês. Era em tempos uma aldeia isolada e com o investimento turístico, quer privado quer público, tornou-se no ex libris turístico. O desenvolvimento passa por todos e concordo que as entidades públicas (Cãmara Municipal e Junta de Freguesia) devam ter um papel mais activo. Porém isto não se verifica em relação a Ruivães. Reparemos... os acessos são demasiado fracos. Exemplo: EN 103 com as lacunas que conhecemos, indo desde o piso "vergonhoso" à deficiente sinalização; os acessos à Barragem de Frades simplesmente não existem; o caminho para a Misarela continuava à bem pouco tempo demasiado sujo; Alguns caminhos rurais da Vila estão com buracos ainda por tapar... Poderia enumerar muito mais. Como podemos chamar o turismo à nossa região! Não tenho dúvidas que temos muito potencial! Temos o Rio de Ruivães, a Ponte da Misarela, o Saltadouro, a Serra da Cabreira, proximidade com a Serra do Gerês. Acho que isto chega, mas para valorizar isso é preciso investir.
De paulo a 6 de Outubro de 2006 às 12:26
Não deixa de ser interessante esta discussão ocorrer nesta praça; achem-se os culpados e pendurem-se as cabeças no Pelourinho, já que está à mão.
De Espectador a 6 de Outubro de 2006 às 14:18
Concordo em absoluto com o ke diz o Cusco, e para alem de acessos ke motivem o turismo, os jovens são practicamente expulsos ainda no secundario, ao ke percebo tem ke ir estudar para a Borralha, (ke não deixa de ser um estabelecimento de ensino bastante limitado) e pertence ao concelho de Montalegre...
ker dizer só nisto se percebe a ke ponto Vieira do Minho tem abandonado as suas freguesias, pior ke isso é ke dá ideia de todos aceitam bem a situação, apesar de verificarem a evolução dos concelhos vizinhos.
De Cousin a 6 de Outubro de 2006 às 14:44
não estou surpreendido de ver tantos comentários ao respeito do abandono das nossas aldeias e da nossa vila. Isso mostrar o interesse que nos temos aos nossos cantinhos, mas para conseguirmos alguma coisa talvez será necessário fazer pressão , para puder arranjar os numerosos inconvenientes que se encontra nos acessos e varias coisas como o dizia o Cusco ... talvez seria bom de chamar a atenção sobre esta sita não oficial da nossa vila ao presidente da câmara municipal de Vieira do Minho .
De Cusco a 6 de Outubro de 2006 às 16:21
Para comprovar o que se vai passando vejam uma notícia recente publicada no jornal de Vieira do Minho.

http://www.jornaldevieira.com/noticias.asp?opcao=2&idart=1537&idmenu=26

Agora vejam as muitas maravilhas que vêm mencionadas no site da Câmara Municipal.

http://www.cm-vminho.pt/14
De aurani a 9 de Outubro de 2006 às 17:43
Peço desculpa, antes de mais, pela franqueza das minhas palavras. Fiquei indignada e perplexa quando li a opinião do "espectador". Parece-me que se todos pensassemos deste modo, que a região, deve, no fundo manter-se no esuqecimento, caminhariamos para uma clara e notória inversão de valores e quem sabe senão mesmo para a sua aniquilação. Não podemos, nem devemos compactuar com a ideia de que Ruivães é um local meramente aprazível para umas belas férias. Esqueceremos, porventura, o seu ponto estratégico e a sua importância histórica, relatada desde cedo? sabemos que já foi outrora sede de concelho. Se de facto, Ruivães fosse um local pelo qual nada valesse a pena fazer, pergunto, porque existe, a título de exemplo, uma tentativa, por parte de professores catedráticos da Universidade do Minho de fazer desta região um ponto atractivo para o investimento. Reparemos que em Campos já se começa a notar alguma abertura neste campo. Falta, isso sim, vontade e alguma visão estratégica das entidades municipais. Os arredores das cidades também pareceram, porque aldeias, locais não apelativos ao investimento, e que hoje se revalm de maior importância.
Desculpe, Paulo, ter-me alragado no comentário.

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