Segunda-feira, 27 de Outubro de 2008

Ponte de Ruivães (Velha)

 

 

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Vila de Ruivães às 20:00

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7 comentários:
De ermelinda silva a 27 de Outubro de 2008 às 20:53

Por debaixo desta ponte passa um magnífico rio (Saltadoiro) com águas transparentes que correm de pedra em pedra. Há partes fundas para banhistas e é um sítio aprazível para veraneio até por ser caminho da Via Romana XVII.

Os Turistas preferem ficar do lado de cima, na Vila, com receio de descerem e não conseguirem subir. Mas é garantido que o caminho é fresco, aquático, verdejante, tipo gruta pelo menos até certa altura. Depois abre-se em arvoredo até à Ponte.

Na Ponte, vale a pena descer até às fragas e ficar ali a ouvir o murmúrio das águas e o chilrreio da passarada.

Cuidado! Não subam para tentar sair aos eucaliptos ou à tojeira. Há por ali uma matilha de cães ranhosos, esquelécticos que cercam a casa da cruz e aterrorizam quem não vai a contar.

Boa sorte para essa eventual subida que, se calhar, nem tem saída. Não pude verificar com receio do latido das ranhosos.

Foto convidativa.

De Nuno Gonçalves a 29 de Outubro de 2008 às 11:41
Um bom exemplo de um caminho público tornado privado! Enfim...
De Ruivanense Adoptivo a 27 de Outubro de 2008 às 22:15
Todas estas pontes são maravilhosas emostram-nos as capacidades do homem para ultrapassar as dificuldades nque lhe surgem. Neste caso são as realidades geográficas ou telúricas, mas noutros são também as dificuoldades de ordem espiritual que, com a ajuda de Deus e a sua própria força de vontade, o homem consegue vencer
De Kamil a 28 de Outubro de 2008 às 10:10
Malditos cães que me iam estragando o passeio daquela bela manhã!!!Por mim tinha continuado!!!Cá os animais nunca me meteram medo!
Saudações Ruivanenses!
De Ana Duarte a 29 de Outubro de 2008 às 11:28
Parece-me a mim que os tais cães foram lá colocados não só para a defesa dos moradores mas também- e sobretudo- para dissuadir quem quer fazer aquele percurso que, tanto quanto sei, é público... Há que ter respeito pelo património que é de todos...
E também eu já estive neste local vezes sem conta. Recordo bem os longos passeios que fazia por ali- e por outros locais de igual beleza- com o meu irmão Paulinho e com os amigos Babi, Ricardo e Eliana. Que tempos maravilhosos!!! Que saudades...
De ermelinda silva a 29 de Outubro de 2008 às 17:44
Por acaso li numa das obras do Município, editadas recentemente, que a casa da cruz foi construída sobre a via romana XVII.

Não sei se de facto assim é! A ser verdade é caso para o Município se interessar pelo seu Património uma vez que, não devem ter tido conhecimento científico e histórico da existência desta Via ali, se não deixariam contruir mesmo sendo propriedade privada.

Desconheço a razão da colocação de tais cães e não me vou meter no assunto até porque, numa família de advogados todos perderíamos a causa.

As pessoas sabem bem o que fazem quando o fazem. O povo é que muitas vezes não cuida do que é público por desconhecimento. É por isso que as Comissões dos Caminhos, dos Baldios, da Levada... são muito importantes e têm de mostrar trabalho.

Aquela situação indignou-me mas pensei que eu não teria sido a primeira pessoa a esbarrar com aquilo. Que eu saiba, até agora, ninguém se manifestou!

Às vezes precisamos de milímetros para meter um carro na garagem ou abrir uma vala para passar um cano no caminho ou fazer uma janela para o exterior, logo vem a fiscalização! Ali, a ser verdade que a casa encobriu a via romana - caminho público, é deveras grave!

Pois é: "O medo é que guarda a vinha"!






De Ruivanense Ausente a 4 de Novembro de 2008 às 14:10
Por esta Ponte passaram até aos finais dos anos 60, os grandes rebanhos de cabras e ovelhas, pertencentes aos residentes no pequeno, mas mui nobre Lugar de vale. Hoje será que ainda há caminho! ou será que já está cortado. Atendendo aos comentários qualquer dia não se passa. Levante-se o Povo de Ruivães e exija ao proprietário da agora denominada casa da Cruz que deixe o caminho livre para as pessoas de Ruivães passarem livremente como outrora, sem serem incomodadas pelos animais que por ali vagueiam, quiçá do proprietário da casa.

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