Sexta-feira, 1 de Agosto de 2008

Espigueiro

 

 

 

 

 

Entre a Picota e o Chamado ...

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Vila de Ruivães às 20:00

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4 comentários:
De Ruivanense Adoptivo a 1 de Agosto de 2008 às 21:04
Lindo espigueiro, altaneiro a observar os que passam e a gritar bem alto que o hoje se fundamente no ontem e se projecta no amanhã.
De lindadaserra a 1 de Agosto de 2008 às 21:21
Este é quase meu vizinho! Mas abandonado. É da Casa do Pereira a cargo dos caseiros(senhor Fernando do Maximino e senhora +Agueda).
Tal como o espigueiro também o casario está todo abandonado. Uma pena porque se tratava de uma grande casa de lavoura.
Os seus donos morreram afogados e os familiares não parecem interessar-se por nada...
Uma pena!
De lindadaserra a 1 de Agosto de 2008 às 21:23
Atenção que o telhado não tem chaminé. Criou-se aqui uma ilusão de telhados com a casa que lhe fica por detrás.
De Ruivanense Adoptivo a 2 de Agosto de 2008 às 15:23
Na paisagem minhota em geral e na de Ruivães em particular, os espigueiros são um testemunho da aliança entre o homem e a natureza, que urge sempre preservar.
Quanto suor ( e quantas lágrimas) não terão vertido aqueles que os construíram , carregando a pulso as pedras indispensáveis para estas edificações. Depois surge com igual importância a sua função agro-pecuária, com toda a magia que a vida do campo exercia sobre as pessoas que tiravam da terra muitas vezes agreste o seu sustento e dos seus familiares.
A mecanização da a agricultura , primeiro... e o êxodo do mundo rural para os médios e / ou grandes centros, depois, mudaram em definitivo o módus vivendi das nossas comunidades rurais.
Não quero dizer com isto que o tempo deveria retroceder, mas quero enaltecer o valor patrimonial e afectivo-cultural destas verdadeiras jóias da arquitectura popular e por também em destaque o seu valor etnográfico.
É urgente não deixar cair estes testemunhos dum passado mais ou menos recente ou remoto, que são parte integrante e muito valiosa da nossa Cultura.
Obrigado, pois, pelas fotos que nos oferece... e oxalá que haja a sensibilidade necessária para que não deixemos perder todo este património.

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