Segunda-feira, 6 de Outubro de 2008

Ponte do Caldeirão

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Vila de Ruivães às 08:00

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4 comentários:
De Ruivanense Adoptivo a 6 de Outubro de 2008 às 08:15
Imagens maravilosas que merecem ser devidamente contempladas. Parabéns!
De Kamil a 6 de Outubro de 2008 às 18:54
Sitio fabuloso!!!A nãoperder!
De Sónia F. a 6 de Outubro de 2008 às 22:39
Foram tiradas quando?

De ermelindas ilva a 7 de Outubro de 2008 às 08:30
Já não me surpreendem tanto as maravilhosas fotografias porque tenho apreciado que o dono do Blogue capricha na excelência!
Vai até onde o comum das pessoas não entra até porque nem sabem e nem têm muito tempo, nem recursos para isso.
E depois, tem um "olho estético" que é de verdadeiro artista.
Gosta sem medida do que faz e nutre sentimentos de afeição por Ruivães, pela Natureza, pelo maravilhoso.
Tem-nos apresentado um leque variado de sítios inusitados, de momentos únicos de rara beleza.

Deslocou ligeiramente o interesse pelos sítios já muito repetidos da Vila, e vejam: não se esgota o belo natural para fotografar, dentro da mesma Freguesia.
É caso para dizer que ninguém supunha que Ruivães fosse tão bonito!

Eu não troco este sítio por outro a não ser por uns dias fora para respirar também cultura e movimento; mas volto logo, estou sempre ansiosa por chegar...
Não foi por acaso que troquei Lisboa pela aldeia e voltei às origens.
Mesmo quando saio continuo nas origens (da terra dos meus Pais, a nobre Vila da Póvoa de Lanhoso).

Dali a Braga são 10 minutos e estamos no centro de tudo!

Portanto, estes elementos servem para aqueles que dizem que não trocam a cidade por nada.
Eu já fui a Barcelona(qualquer pessoa hoje visita países até na Internet). Todos atingimos patamares de cultura que temos de manter e evoluir, ver novas culturas, novos hábitos dos povos, mas conheço pessoas que nunca saíram do mesmo sítio onde nasceram e são mais felizes que nós, os eruditos.

Viajar faz bem desde que não seja por moda e para dizer que foi ali ou acolá.

Eu conheço Portugal de ponta a ponta. Nestes anos em que andei demala às costas fui também sócia do Inatel que nos levou a todo o lado. Mas confesso que prefiro o meu cantinho de Ruivães, rodeada de verde e de pássaros em cima do telhado e a cantar na minha janela.
A paz aqui é total e o ambiente é criativo.

Agora tenho de ir à procura das vacas da cascata do Caldeirão...

Parabéns!


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