Quinta-feira, 30 de Outubro de 2008

Ribeiro da Quintã

 

 

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Vila de Ruivães às 20:00

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9 comentários:
De Ruivanense Adoptivo a 30 de Outubro de 2008 às 20:32
Este ribeiro simboliza a vida; correndo entre pedras, traduz as dificuldades com que no dia-a-dia nos deparamos; o verde da flora significa a esperança que todos temos em melhores dias; as folhas velhas simbolizam o passado que deve ser enterrado para que dele apenas fiquemos com as coisas boas que jamais esqueceremos; as paredes lembram-nos a comunidade a que pertencemos e de que fazemos parte integrante e o oxigenado das águas lembra-me os Amigos que dão alegria a nossa vida e no-la tornam menos difícil; sem Amigos a vida não tem sentido porque, afinal, viver sem Amigos...nem sequer é viver.
De ermelinda silva a 31 de Outubro de 2008 às 09:15

Ainda tenho de saber junto do senhor Tónio Zé ou do senhor João de Amaro de onde vem esta Ribeira.

Fui ao meu Mapa Hídrico e não consegui refazer o percurso. Deve ser uma linha de água que passa paralela à Água da Levada cuja fonte não estará à vista.

Ou será que nasce mesmo ali?


De alguém que não deixou o nome a 31 de Outubro de 2008 às 16:32
Meus caros deixem que corrija...sempre foi rigueiro da quintã e não ribeiro.
De ermelinda silva a 31 de Outubro de 2008 às 21:15

Bem me queria parecer que algo estava mal.
Era o Rigueiro!
Com esta correcção entendo que não vem de longe; vem dali mesmo. É por isso que não é ribeiro. Estarei certa?

Mas corre tanta água que para ser apenas da Fontela, parece muita!

Não nos quer esclarecer sobre isso, senhor sem nome?

Obrigada pela correcção.

De alguém que não deixou o nome a 2 de Novembro de 2008 às 00:34
rigueiro é um termo que era utilizado para designar um pequeno canal de água que se destinava à rega, hoje com a uniformização dos costumes linguísticos, essas palavras saíram do "vocabulário".
A "poça do rigueiro", a "poça da eira", a "poça do iteiro", o "chamadouro", "portela de paredes", "meães", "jara", "corneda" etc., tudo tinha nome!!o que tornava as coisas únicas.

Abraço Ruivanence adoptivo
De ermelinda silva a 2 de Novembro de 2008 às 11:09

A minha dúvida não era linguística, mas de ordem prática, e tinha a ver com a sítio , a proveniência da água,donde vem o rigueiro, se da fontela ou de mais longe.

Portanto, dúvida que se mantém mas que pretendo tirar a limpo, eu própria.

Também tenho aqui um Dicionário, uma Diciopédia e um prontoário ortográfico mesmo à mão, entre outros materias de consulta. Sou investigadora por necessidade...mas não sei tudo, é por isso que consulto!

Mas agradeço a intenção!
De ermelinda silva a 3 de Novembro de 2008 às 09:37

A propósito da origem etimológica das palvras, há dois Blogues muito competentes para nos ajudar principalmente nos programas radiofónicos e outros, da "nossa autoria": Escavar em Ruínas(com ligação a partir do nosso Bolgue) e Estrada do Alicerce(cujo dono é especialista em Linguística).
É só mais uma informação, porque isto da origem latina (eu que dei 5 anos de Latim) às vezes não chega. O costume, a prática das comunidades inventa vocabulário ligado às práticas de vida e, são esses vocábulos que exigem especialistas mas em cada comunidade.

O dono do Blogue, Escavar em Ruínas, é um grande especialista neste tipo de temas!
De alguém que não deixou o nome a 4 de Novembro de 2008 às 21:25
o rigueiro nasce por baixo da "beçada", dos campos do falecido luís e dos do "pena"!!!
De ermelinda silva a 4 de Novembro de 2008 às 17:23

E com tanta coisa que há para fazer vamos ver se saímos do Rigueiro da Quintã e mudar de tema!

Saudações ruivanenses!

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