Sexta-feira, 22 de Fevereiro de 2008

Parque eólico da Cabreira

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2 comentários:
De giesta a 29 de Junho de 2008 às 19:16
As energias alternativas vão ser uma feliz realidade por muito que o equipamento estrague a paisagem (como é o caso das eólicas). As forças da água dos rios e ribeiros, do vento, das marés, a energia solar (já há casas, barcos, carros a viver da energia do sol).
Tudo isto vai ser natural dentro de alguns anos... até porque a gasolina está a subir em flecha porque o petróleo está a acabar não só na Arábia Saudita e nos Países Árabes, mas em todo o mundo, ainda que aqui ou ali surjam explorações, não dão para abastecer os países desenvolvidos e os em vias de desenvolvimento.
Portanto, ainda bem que a aposta está nas energias alternativas para bem do desenvolvimento sustentável e da preservação do ambiente versus humanidade.
De Nelson Ramos a 10 de Julho de 2009 às 17:01
Infelizmente os parques eolicos projectados e construidos na serra da cabreira tem um toque de malvadez, pois são projectados vários e não um, para escapar ao estudo de impacte ambiental. Então além de não serem determinadas medidas minimizadoras e compensatórias pelos impactes provocados no meio (há sempre impactes negativos no meio), a serra acaba por ser exageradamente invadida por corredores de perturbação que são as linhas de transporte de energia dos vários parques eolicos instalados, que por sinal também escapam ao estudo de impacte pois em linha recta acabam por ter a sua extensão reduzida atravessando locais pouco recomendados a essa passagem. No fundo os parques eolicos nestes moldes só beneficiam os oportunistas e parasitas do costume (construtores e políticos ) e não a população em geral que continua a pagar a factura elevada de sempre da electricidade e vê os valores intangiveis que o rodeiam serem degradados. Devo dizer que sou um defensor das energias renovaveis , mas como em tudo na vida, devemos ser razoáveis e profissionais. E já que se trata de desenvolvimento sustentável, aplicar o conceito sustentabilidade sem trapaceiradas " só porque a lei assim o permite.

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